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“AS ARVERES SOMOS NOZES” – CONVERSA ENTRE ÁRVORES

publicado: 14/09/2016

Pesquisadora canadense prova que árvores podem se comunicar. As árvores conseguem trocar carbono, água e nutrientes, conforme suas necessidades (CICLO VIVO, 2015).

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As árvores não são nos, contudo conseguem se comunicar! Claro que de uma maneira diferente a qual estamos acostumados, elas não falam nem latem, ou produzam algum som conhecido a nos, entretanto possuem seu próprio meio de comunicação.

Durante anos os pesquisadores da área de ecologia da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, têm estudado o comportamento das árvores. Entre as descobertas está a comprovação de que as árvores conseguem se comunicar entre si, assim como ocorre com outros seres vivos, mesmo que inanimados.

De acordo com a ecologista florestal Suzanne Simard, as plantas interagem entre si e se comunicam através de uma rede subterrânea de fungos que interliga as plantas em um ecossistema. Através desta simbiose, as plantas conseguem colaborar com o desenvolvimento e crescimento mútuo, ajudam as diferentes exemplares a florescerem.

A descoberta veio a partir da observação das pequenas teias brancas e amarelas de origem fúngica identificadas no solo das florestas. Em entrevista ao site Ecology.com, Suzanne explicou o que os cientistas conseguiram descobrir a partir das análises microscópicas. Segundo ela, os fungos estão conectados às raízes das árvores. A partir desta ligação, as árvores conseguem trocar carbono, água e nutrientes, conforme suas necessidades. “As grandes árvores fornecem subsídios para as mais jovens através desta rede fúngica. Sem esta ajuda, a maioria das mudas não se desenvolveria”, explicou a cientista.

 

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As árvores mais antigas, já desenvolvidas e de grande porte, são consideradas “árvores-mães”. São elas que gerenciam os recursos de uma comunidade vegetal, através dos fios de fungos. Essa conexão é tão forte que, conforme pesquisas da equipe de Simard, quando uma árvore deste porte é cortada, a taxa de sobrevivência dos membros mais jovens da floresta é reduzida drasticamente. A ligação chega a ser comparada à sinapse dos neurônios humanos.

Na década de 60,CleveBackster, um famoso perito em polígrafos (aparelhos para detecção de mentira), conectou os eletrodos de sua máquina nas folhas de uma Dracena massageana. A planta, para espanto de Backster, demonstrou uma reação semelhante à de um ser humano submetido a uma situação de estresse emocional. A planta reagiu como se estive-se em pânico quando foi agredida, ou teve suas folhas queimadas. Reagiu de forma calma e tranqüila quando era bem tratada.

Outros pesquisadores também observaram a interação plantaser humano. Bach, na década de 60, observou que as flores podiam através de suas essências florais, influenciar, na personalidade das pessoas, Podendo inclusive corrigir distúrbios causadores de doenças.

Estas descobertas podem mudar a forma como enxergamos e lidamos com as questões florestais.As plantas tem sentimento? Sim é a resposta. Conversar com plantas, é uma pratica de integração com a natureza, que pode fazer com que energias estagnadas em nosso corpo físico e espiritual possam circular, devolvendo-nos o bem estar.

http://ciclovivo.com.br/noticia/pesquisadora-canadense-prova-que-arvores-podem-se-comunicar/.

http://www.gramaejardim.com.br/. SiumarGoetzkeBiólogo, Mestre em Botânica e Especialista em Gerenciamento Ambiental.